PRA NÃO CAIR NO ESQUECIMENTO!
É mais do que necessário destacar, no tempo presente, a
importância do Movimento Feminino pela Anistia (MFPA), através do qual, as
mulheres desempenharam, mais uma vez, um importante papel na história das lutas
sociais no país.
Num primeiro momento, durante a ditadura brasileira
(1964-1985), foram as mães, as irmãs, as filhas e as companheiras, dos
atingidos pela repressão política, que se uniram em torno de um objetivo comum:
a busca de familiares desaparecidos e a defesa dos que estavam presos. Logo em
seguida esse movimento cresceu e se propagou.
Através de iniciativa da advogada Terezinha
Zerbini surgiu no dia 15 de março de 1975, em São Paulo, o MFPA - que
gradativamente foi adquirindo caráter nacional e se espalhou, inicialmente, por
oito estados brasileiros (Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio
Grande do Sul, São Paulo e Sergipe), até a promulgação de uma lei em
28/Agosto/1979, de nº 6.683, conhecida como Lei da Anistia.
Portanto, em memória da Anistia Política de
1979, realizamos todos os anos Ato Público, no qual homenageamos todos os que
foram perseguidos, presos, torturados e mortos pelo regime ditatorial,
reafirmando a nossa luta pela “abertura dos arquivos, punição dos torturadores
e localização dos restos mortais dos desaparecidos”, como um direito
inalienável.
Venha participar!
Pela abertura de todos os arquivos da ditadura!
Pela localização dos “corpos” dos desaparecidos políticos!
Pela punição de todos os agentes torturadores!
Dia 28 de Agosto às 16:45 horas na Casa da Cultura do Recife
Fórum Permanente da Anistia em Pernambuco
